Dica: Revistas Junho 26, 2008
Posted by contadora de estórias in sacolinha.1 comment so far
Gente, olha que maravilha! A Zinio vende assinatura de revistas digitais!
Eles têm todo tipo de revista, sobre diversos assuntos, só pra citar algumas: Marie Claire, Cosmopolitan, Veja, Men’s Health, Business Week, Amateur Photographer, Yoga, Apetit etc.
O bacana é que a assinatura é bem mais barata (especialmente se a revista for importada, porque você não precisa pagar o envio)! E é super simples: você baixa o software e a cada mês o download da sua revista é feito.
Assinei a Cosmopolitan espanhola (12 edições por 19,99), pra não perder o contato com a língua e por peruagem mesmo. Tô super satisfeita. Recomendo.
Só a nossa Veja continua bem salgadinha…mas enfim, achei a Zinio muito bacana, pelo preço, pelas revistas que são boas, pela praticidade.
É possível também experimentar, ou seja, você faz o download do software e pode ler um número antigo de uma revista, só pra sacar como é que funciona.
Bjokas e divirtam-se!!!
Filmes, Lista de Desejos, Diários e Mousse Maio 4, 2008
Posted by contadora de estórias in espelho meu, na panela, películas, sacolinha.2 comments
Ih não é que voltei e não demorei?!
Na bagagem, mais dois filmes. O primeiro, uma co-produção de uma penca de países, dirigido por mãos brasileiras: Walter Salles. E ninguém melhor que ele pra dizer a coisa certa sobre o filme:
“Esta é a história de dois jovens que partiram em uma jornada aventurosa por todo um continente desconhecido, e essa jornada de descoberta tornou-se a de auto-descoberta também.
Este é um filme sobre escolhas emocionais e políticas que precisamos fazer na vida. É também sobre amizade, sobre solidariedade.
Finalmente, é sobre encontrar um lugar no mundo…”
Outro filme que vi foi “Meu tio matou um cara”, produção brasileira, com Dira Paes, Lázaro Ramos, Darlan Cunha (adoro os três), entre outros. O filme é leve, a trilha sonora é boa e a interpretação de Darlan é a cereja do bolo. Não é uma estória que vai te emocionar, como a que citei acima, mas é bonitinha. Aí vão, sinopse e cartaz:
Meu Tio Matou um Cara é um filme jovem, uma comédia romântica e policial na qual Duca (Darlan Cunha), de 15 anos, faz de tudo para provar a inocência do tio (Lázaro Ramos), preso ao confessar ter matado um cara. Duca tem certeza de que o tio está assumindo o crime para livrar a namorada, Soraia (Deborah Secco), ex-mulher do morto. E, no meio de toda essa ação, Duca ainda tenta conquistar o coração de Isa (Sophia Reis), uma colega de escola que parece estar mais interessada em seu melhor amigo, Kid (Renan Gioelli). Duca envolve os dois na investigação e no final… bom, aí só vendo o filme.
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Pensando em uma das coisas que li no meu atual companheiro - How to Build a Great Screenplay: A Master Class in Storytelling for Film - resolvi tirar a poeira do meu diário e ver onde havíamos parado. Fevereiro de 2007. Que horror. O livro diz que ao contar uma estória, o “como” é muito mais importante do que “o que”. O autor, David Howard, diz que “se não estamos lá quando o personagem toma uma decisão ou é confrontado com forças externas, nós não temos chance de olhar através das janelas e ver seu interior”. Em outras palavras, é muito mais interessante para o telespectador ver o gato pular do telhado, e sentir com ele todas as suas emoções (adrenalina, medo, angústia), do que vê-lo com a perna quebrada (sem ver o pulo).
Comecei a escrever diários por influência de uma amiga de infância. Já contei isso aqui. No começo era um cano de escape. Hoje, que tenho um cano de escape muito, muito mais efetivo, o bichinho ficou abandonado. Mas com esta coisa de contar estórias, não deixa de ser um exercício e vejo claramente, através das longas pausas, que o companheiro (primeiro capítulo e já estamos íntimos) David tem toda razão: não tem lá muita graça dizer que aprovei determinado teste, sem dizer que tive que fazê-lo duas vezes, que estudei muito, que me sentia frustrada, pressionada, que chorei de emoção.
Sem o “como” o telespectador perde o interesse pelo personagem, não se identifica com ele.
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Tô precisando de umas coisinhas:
1. um scanner
2. um dicionário eletrônico
4. intruções de como preparar um feijãozinho na panela de pressão
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Quando estive no Brasil, comi uma sobremesa divina na casa de Isinha. Ela e Jan me prometeram a receita e até hoje não recebi
Como tinha visita no feriado, resolvi catar a tal receita dos deuses na web. Achei. Aí vai:
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
200ml de suco de maracujá concentrado
Bater tudo no liquidificador (aprox. uns 7min) e colocar para gelar. O nome da criança é Mousse de Maracujá, mas o Cybercook chamou carinhosamente de Mousse de Maracujá para Crianças. Não tem preço.
Até a próxima!

