Ah, Paris! Novembro 15, 2007
Posted by contadora de estórias in pernabater.4 comments
Semana passada, a esta hora, estava no trem à caminho de Paris. Tinha um bom motivo: encontrar o marido que já estava por lá e comemorar o nosso primeiro aniversário de casamento!
Cheguei na quinta à noite, mas nosso tour só começou mesmo na sexta. Foi aquela viagem de japonês, sabe? Ver tudo o que for possível em 3 dias.
Minha primeira impressão foi de que Paris é muito grande e tem um transito bem agitado (ou sou eu que estou acostumada demais com Frankfurt?). Transitamos o tempo todo de metrô, que é super rápido(sempre vinha um a cada 5 minutos), mas desconfortável. Coisa rara nas estações é escada rolante. Então, caro viajante, não ande com malas grandes por lá. Mãe com carrinho de bebê nas estações, só vi uma.
Nossa primeira parada foi a torre Eiffel. Como vocês podem ver pela foto, o céu deu uma ajudada e foi lindo descobrir esta escultura no meio das folhas amarelas do outono. A torre é linda e tava rodeada de turistas. Por lá também tinham umas mulheres, que se acercam de você o tempo todo e te perguntam: “do you speak english?”.
O frio era matador, mas mesmo assim seguimos nosso passeio que incluiu Notre Dame, Champs-Élysées, Arco do Triunfo, Montmartre, Sacré Coeur, Louvre e Ópera Garnier.
Meu lugar preferido foi o museu do Louvre. É fascinante. Ficamos perdidos sem saber o que ver primeiro. Não dá pra ver tudo, com detalhes. Para todos os lados em que se olha tem arte, tem história, tem emoção. Vi a Mona Lisa! Fiquei boquiaberta com os quadros de Lacroix! Giba, lembrei de você o tempo inteiro!!
Também gostei muito do ar boêmio e artístico de Montmartre; trouxe até um quadrinho pra casa
Se aqui em Frankfurt a maioria dos estrangeiros são turcos e de países do leste europeu, em Paris, creio que são os africanos. Negros lindíssimos!
Brasileiro também tinha. Aliás, tinha um fulano no Louvre que achava que tava na casa dele e deu até uma batinha em uma das esculturas (de antes de Cristo) pra ver de que era feita. Para completar, o compatriota resolveu passar a mão num tapete turco de mais de 2.000 anos antes de Cristo. Só que dessa vez uma funcionária viu e deu-lhe um berro. Agora fala sério, um adulto fazer uma coisa dessas é absurdo demais né não? É muita falta de respeito, é se achar importante demais.
Já tinha lido e escutado que Paris era uma cidade cara, mas não imaginava ser tanto! Gente do céu! Qualquer baguete com capuccino custa uma fortuna! Entrei na Galeria Lafayette mas foi só pra ver o prédio mesmo, que tem um teto lindo e estava já com a decoração de Natal, porque comprar, nem pensar! O que achamos barato lá foi o metrô e a entrada no Louvre.
A comida é maravilhosa e as boulangeries e patisseries são divinas, com vitrines que parecem brincadeira de boneca: tudo pequeno, colorido, bonito, apetitoso!
No mais, não achei o povo nas ruas tão chiques assim.
O resumo da ópera é que achei Paris uma cidade interessante, com muita coisa bacana pra se ver em termos de arte e que vale a pena visitar. Já avisei a maridowiski que quero voltar
Namastê!
Champs-Élysées + Arco do Triufo

Sacré Coeur

Notre Dame

Louvre

Ópera Garnier

Montmartre

Galeria Laffayete

