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Natal Dezembro 23, 2006

Posted by contadora de estórias in espelho meu.
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Nunca gostei do Natal, Deus que me perdoe! Sempre achei essa data tristíssima, embora seja a data do nascimento do menino Jesus. Confesso que hoje não vejo Jesus como antes. Acredito sim, que tenha havido esse homem chamado Emanuel, que tenha sido uma pessoa iluminada, em prol do coletivo. Mas não é como antes, nos parâmetros da igreja.

Quando penso nos meus tempos de menina, lembro que nossos “finais de ano” sempre foram na casa dos meus avós, pais da minha mãe. Lá estávamos sempre nós duas, a irmã mais nova da minha mãe, as meninas que trabalhavam conosco e meus avós. Eu sempre tinha uma “roupa de Natal“. Não era triste. Mas não tinha nada de muito especial. O lance mesmo era no dia 31, quando todos os meus tios chegavam, com filhos, mulheres e instrumentos musicais. Isso sim era “a festa”. Aliás, foi numa dessas festas, regadas ao violão de tio Bené, que eu aprendi a sambar.

Este era o nosso Natal, a festa da família. Depois tudo acabou, vieram os divórcios, as mortes. A música silenciou e a luz apagou.

Não lembro de um final de ano tão bom quanto aqueles. O único que me vem à memória é aquele, no qual comecei a namorar W., meu primeiro namorado.

Eu hein, mas que papo! Larga deu, passado que já passou!

Amanhã vou comer a bóia da minha sogra, que é tuuuuuuudo de bom e curtir mais um Natal com minha nova família (agora tenho duas!), tomando Bowle feito por meu sogro.

À vocês, companheiros desse blog, principalmente todos os queridos da lista ao lado, desejo todo amor que houver nessa vida, muita saúde, muita paz, muita força na peruca e que 2007 seja tudoooooooooo de booooooooooommmm!!!!

NAMASTÊ! (O Deus que está em mim, saúda o Deus que está em você!)

Francis Cabrel Dezembro 21, 2006

Posted by contadora de estórias in vitrola.
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A primeira vez que ouvi uma música desse francês foi a 3 anos atrás. Minha mãe tinha sido presenteada com uma cópia de um CD dele, que era uma coletânia dos sucessos de 1977 a 1987. Lembro que peguei o CD pra ver “qual era” e me apaixonei. Cabrel aliás virou unanimidade lá em casa. Meu irmão, que na época tinha uns 8 anos, gostou tanto, ouviu tanto, que acabou arranhando o CD. Lástima total. Importar o bichinho custava uma nota preta, e na época, não estava entre as prioridades.

Essa minha ida à França no findi não me deixou esquecer Cabrel. Entrei numa loja de discos e senti aquele prazer imenso de quem possui algo que gosta muito. Ele tá aqui lindo e creio que vai fazer a alegria de algumas pessoas no Brasil também.

Então queridos e queridas, acomodem-se, e deleitem-se com esse moço. Ele é tudo, tudo de bom!